O "Vale da Produtividade": O Custo Oculto da Rampa de Aprendizagem Lenta

O time-to-proficiency médio de um novo contratado é de 8 a 12 meses. A sua empresa não tem esse tempo a perder.

O "Vale da Produtividade"

O “Vale da Produtividade” é o período crítico entre o Dia 1 de um funcionário e o momento em que ele atinge a proficiência plena (o time-to-proficiency). Pesquisas de consultorias como a ATD (Association for Talent Development) e a Gallup indicam que, para funções de média complexidade, esse período varia de 8 a 12 meses.

Durante este “vale”, o colaborador se encontra em um limbo: ele já não é mais “novo”, mas ainda não entrega 100% do resultado esperado. A dor para a empresa é dupla:

  1. Custo de Ocupação: O colaborador consome 100% do salário, mas entrega 50% (ou menos) da produtividade, drenando o tempo de pares e gestores.

  2. Risco de Fuga: O próprio funcionário se sente frustrado, inseguro e improdutivo. Esta é uma das principais causas de turnover no primeiro ano.

O modelo tradicional de onboarding – “beber na mangueira”, onde o funcionário passa 40 horas em palestras na primeira semana – é um dos maiores causadores desse vale. A curva de esquecimento de Ebbinghaus mostra que 70% dessa informação será esquecida em 24 horas se não for aplicada.

Confundir Informação com Aprendizagem

O onboarding tradicional falha por ser um dump de informação, não uma jornada de aprendizado. Ele não é desenhado para acelerar a proficiência, mas para cumprir compliance. A rampa é lenta porque o treinamento é desconectado da prática diária.

A prova de que o onboarding é a ferramenta certa para este problema está nos números: empresas com um onboarding padrão veem apenas 30% dos seus novos contratados atingirem as metas de performance do primeiro ano.

A Solução EFW INC.: Acelerando o Time-to-Proficiency

A EFW INC. redesenha a integração para focar em uma métrica: acelerar o tempo até a primeira entrega de valor. Nós o fazemos com base em dados concretos sobre o ROI de um bom onboarding:

  1. ROI em Retenção: Organizações com um processo de onboarding forte melhoram a retenção de novos contratados em 82% (Brandon Hall Group, 2022).

  2. ROI em Performance: Funcionários que passam por um onboarding estruturado têm 69% mais chances de permanecer por três anos e demonstram proficiência mais rápida (SHRM, 2022).

Para atingir isso, reestruturamos o onboarding em Learning Journeys (Jornadas de Aprendizagem) baseadas em microlearning. Em vez de um seminário de 8 horas, entregamos “pílulas” de 5 minutos sobre como usar o sistema X, exatamente 10 minutos antes de o funcionário precisar usar o sistema X. Isso reduz o “Vale da Produtividade” de meses para semanas.

 

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