A máxima “pessoas deixam gestores, não empresas” nunca foi tão verdadeira. A sua taxa de turnover de 90 dias poder ser, na verdade, uma métrica de desinformação.
O RH desenha um onboarding premiado. O TI entrega os acessos no prazo. O novo contratado está animado. No Dia 2, ele é entregue ao seu gestor direto e, em 60 dias, pede demissão. O que aconteceu?
Ocorreu a falha no “elo perdido”: o gestor.
O instituto Gallup é enfático há décadas: o gestor direto é responsável por 70% da variação no engajamento da sua equipe (Gallup, 2019). No onboarding, essa influência é absoluta. O gestor é quem define as expectativas, fornece os recursos e, o mais importante, “traduz” a cultura da empresa para a realidade diária.
No Brasil, a pesquisa “Tendência de RH 2025” (Koru) é cristalina: a “Insatisfação com a gestão” (41,2%) é um dos dois principais motivos para pedidos de demissão, empatada tecnicamente com salário.
A dor não é que os gestores sejam maus; é que eles não foram treinados para integrar. A maioria das empresas promove seus melhores técnicos a gestores (o melhor engenheiro vira gerente de engenharia). Eles são excelentes em executar, mas péssimos em desenvolver e integrar.
Eles veem o onboarding como uma “perda de tempo” ou “tarefa do RH”. Eles não realizam 1-a-1s, não definem metas claras para os 90 dias e não promovem a conexão social com a equipe. O resultado é um novo contratado isolado, confuso e desapontado.
A EFW INC. entende que o onboarding não termina no RH; ele começa com o gestor. Nossas soluções de Educação Corporativa focam em transformar o “gestor acidental” em um “Gestor-Integrador”.
O Playbook do Gestor-Integrador: Criamos manuais e checklists acionáveis (baseados no DMI) que dizem ao gestor exatamente o que fazer e quais conversas ter no Dia 1, Semana 1, Dia 30 e Dia 90.
Treinamento de Liderança (Microlearning): Módulos rápidos e de alto impacto focados nas habilidades críticas de integração: “Como definir Metas de 90 Dias (OKRs)”, “Como dar Feedback de Alinhamento” e “Como Conduzir um 1-a-1 eficaz”.
Responsabilização: Os dashboards do DMI medem a percepção do novo contratado sobre o suporte do gestor. Isso torna o onboarding uma métrica de performance da liderança, e não apenas do RH.